Marketing Jurídico Digital site para advogado

8 de outubro de 2020, 0 Comments

Marketing Jurídico Digital, Criação de Site para advogado

Marketing jurídico digital, uma estratégia utilizada em várias organizações que está iniciando e abrindo novas oportunidades para advogados e escritórios de advocacia. 

Questão que não se discuti é o espaço que a comunicação através das redes sociais adquiriu ao longo da última década em todo o planeta. As informações circulam com rapidez e a comunicação entre as pessoas  ocorrem sem que se fale de distâncias…Assim, há que se compreender o interesse das pessoas em buscar  na internet contatos, amizades, pesquisas variadas.

Quando há uma necessidade e não se tem certeza a quem ou como solucionar o impasse é comum a busca  na internet. Neste contexto surgem a oferta de consumo de todos os tipos de bens e serviços.
Várias lojas virtuais divulgam seus produtos mas sequer possuem uma loja para a exposição deles.
Assim também, os serviços dos profissionais liberais são oferecidos não apenas a uma população local mas a qualquer pessoa , em qualquer parte do mundo.

Essa exposição e oferta maciça traz ainda uma consequência que é o aumento da concorrência entre os profissionais.
Em se tratando  especificamente da oferta de trabalho dos advogados deve ser utilizada a razoabilidade na exposição das habilidades e defesas desenvolvidas, tendo em vista os ditames do Código de Ética do Advogado e Regulamento Geral da OAB. 

Aqui recordamos as previsões legais da publicidade do advogado previstas no Código de Ética e Disciplina da OAB:Art.28.: O  advogado  pode  anunciar  os  seus  serviços  profissionais,  individual  ou coletivamente, com discrição e moderação, para finalidade exclusivamente informativa, vedada a divulgação em conjunto com outra atividade.   

Art. 29. O anúncio  deve  mencionar  o  nome  completo  do  advogado  e  o  número  da inscrição  na  OAB,  podendo  fazer  referência  a  títulos  ou  qualificações  profissionais, especialização técnico -científica e associações culturais e científicas, endereços, horário do expediente e meios de comunicação, vedadas a sua veiculação pelo rádio e televisão e a denominação de fantasia.  Assim, tão claramente exposto, cabe ao advogado acatar as disposições da regra e assumir uma postura discreta, sem alardear seus feitos, títulos, demandas vencedoras e recursos disponíveis ao exercício da advocacia.

No entanto, não há que se pensar a pratica da advocacia distante dos avanços da tecnologia e da utilização da internet, até mesmo como uma ferramenta que possibilita esclarecimentos e informações ao cidadão comum a respeito das leis, da prática dos tribunais e do entendimento doutrinário sobre questões relativas ao direito.

Outra possibilidade que a internet abre ao advogado é a exposição de artigos científicos, textos de opinião e comentários sobre as mais diversas mazelas jurídicas. Ao leitor caberá concordar ou não com aqueles textos que não são por si apenas verdades absolutas, mas a interpretação do autor.

Para efetivar essa prática de informação virtual o advogado pode utilizar-se de sites pessoais, onde reúne as publicações que contribuem para evidenciar o caráter da sua atuação profissional.
Assim, sem cometer nenhum excesso, a manutenção de site permite ao advogado se fazer conhecido pelo seu ponto de vista, além de possibilitar  o desenvolvimento da habilidade de produzir e divulgar  textos científicos e opinativos, promovendo o debate sobre o tema.
As dúvidas sobre o direito aparecem a todo o momento, e nem sempre a consulta pessoal ao advogado é possível. A consulta aos sites de advogados proporciona ao internauta uma visão interessante e profissional.
Aos que  mantém sites, a tendência é de aperfeiçoá-lo, aos que ainda não tem a oportunidade é de se buscar ume empresa confiável na criação de sites, recomendar os perfil e a preferência na aparência e as ferramentas que deseja manter.

Além do contato do público, sem dúvida alguma a produção do advogado acaba sendo conhecida e sua postura reconhecida. Afinal de contas não há mercantilização da advocacia, mas uma possibilidade de enriquecimento da produção literária do direito.

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